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União Europeia preocupada com UMTS

segunda-feira, 04 dezembro, 2000 /
A União Europeia não está contente com a concentração de capitais estrangeiros nos países onde começou a corrida ao UMTS. Mário Monti, o comissário europeu responsável pela concorrência, disse que a política de preços praticada pelas empresas de telecomunicações na União Europeia e a onda de consórcios que existe actualmente deveria ser cuidadosamente seleccionada pelas autoridades competentes. Em conferência, Monti alertou para o facto de que as operadoras ainda detêm posições dominantes, com médias de mercado de 96 por cneto para chamadas locais, 88 por cento para chamadas nacionais e 81 por cento nas chamadas internacionais. O surgimento de oligopólios nas comunicações móveis têm de ser analisado, afirmou, bem como os problemas relacionados com o acesso a redes e custos de «roaming». Monti disse que concentrações acima dos 90 por cento por duas operadoras estrangeiras existem na maior parte dos países. Com isto, o comissário europeu fez saber que serão tomadas medidas legais necessárias de modo a que cada mercado mantenha um controlo nacional. Entretanto, a verdade é que a corrida às licenças de 3G mantém os preços altos, a transparência dos esquemas é questionável e a lentidão dos resultados é um problema em muitos países.
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