NOTA! Este site utiliza cookies e tecnologias similares.

Se não alterar as configurações do seu navegador, está a concordar com a sua utilização.

Compreendo

Um em dez norte-americanos não passa sem smartphone durante sexo

quinta-feira, 11 julho, 2013 /
Um em dez norte-americanos não passa sem smartphone durante sexo

Aproximadamente um em cada dez norte-americanos gostam tanto dos seus smartphones que nem durante as relações sexuais se conseguem separar deles. Vejam estas e outras conclusões de um estudo que envolveu 2 mil utilizadores norte-americanos de smartphones.

Vivemos em plena Era Digital e nos tempos que correm é comum - muito comum - encontrarmos pessoas que valorizam mais o tempo passado com o seu smartphone do que aquele que dispensam com amigos ou família. Mas até que ponto será isto comum na sociedade actual? Se olharmos para os EUA, onde a utilização dos smartphones está bastante generalizada, podemos tirar algumas conclusões interessantes sobre o impacto que estas tecnologias têm/estão a ter nas nossas vidas.

De acordo com um estudo recente realizado pela Junio, que envolveu um universo de 2 mil utilizadores de smartphones, aproximadamente um em cada dez norte-americanos admite utilizar o smartphone durante relações sexuais - embora estes dados, em termos percentuais, tendam a saltar para os 20% de olharmos para a faixa etária entre os 18 e os 34 anos. Mas esta não é a única altura pouco ortodoxa para se continuar a utilizar o smartphone. 12% dos norte-americanos não passa, inclusive, sem levar o smartphone consigo para o duche, além de um cinco admitir que utiliza o telefone inteligente quando vai à igreja.

Um em dez norte-americanos não passa sem smartphone durante sexo

"As pessoas olham para os seus smartphones como uma extensão delas próprias, levando-os para onde quer que vão", refere Marc Barach, director de marketing da Jumio, empresa que desenvolveu este estudo. "O pânico instala-se quando os consumidores estão separados dos seus dispositivos".

De facto, o "vício" pelos smartphones parece ser tão grande que não há legislação capaz de o controlar, o que ainda se reflecte em 55% dos norte-americanos que continuam a utilizar o smartphone enquanto conduzem.

E por falar em "separado", quando é que foi a última vez que deixaram o smartphone em algum lado, de propósito, e não se sentiram incomodados? Será a sociedade norte-americana apenas um reflexto de uma sociedade global generalizada, num futuro não muito distante? O que acham os leitores? Deixem-nos o vosso feedback!

12,325