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Compreendo
Vodafone quer remédios na compra da Tele2

Vodafone quer remédios na compra da Tele2

terça-feira, 04 setembro, 2007 /
Negócio da Sonaecom contestado. Baseando-se num parecer da Anacom, a Vodafone reafirmou a sua posição relativamente à compra da Tele2 pela Sonaecom.

A empresa de António Carrapatoso defende que o grupo de Belmiro de Azevedo deve ser obrigado a "remédios" para concretizar a compra, «uma vez que dela podem resultar entraves significativos à concorrência efectiva no mercado nacional de acesso à Internet em banda larga».

Tal como a Anacom, a Vodafone teme que a compra da Tele2 pela Sonaecom resulte em «acções inibidoras da concorrência a nível do recurso escasso que é o espaço em centrais da PT Comunicações para efeitos de co-instalação». E, a propósito, a Vodafone sublinha que «o espaço nas centrais da PT Comunicações é, efectivamente, um recurso escasso e uma infra-estrutura essencial à prestação de serviços de acesso directo em banda larga sobre lacetes locais pelas empresas concorrentes».

A Vodafone Portugal entende, portanto, que a operação não deve ser aprovada sem que a Sonaecom e/ou a empresa decorrente da concentração se comprometam a libertar, num período de tempo razoável (15 dias úteis), o espaço desnecessariamente ocupado nas centrais da PT Comunicações, após a fusão das actividades da Sonaecom (Novis) e da Tele2 e tendo em conta também os activos da ONI.
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