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Se não tem, devia: porque é que deve ter um perfil no LinkedIn

Se não tem, devia: porque é que deve ter um perfil no LinkedIn

terça-feira, 05 novembro, 2013 /
Se não tem, devia: porque é que deve ter um perfil no LinkedIn

Alargue a sua rede de contactos profissionais, aumente a eficácia das suas candidaturas ou, se é empregador, encontre no LinkedIn o seu candidato ideal

Dependendo da sua área profissional, provavelmente já ouviu algumas vezes ao longo da sua vida o quão importante uma boa rede de contactos profissionais pode ser para si. Ser recomendado por alguém dentro de uma área do seu interesse, especialmente quando reconhece em si competências profissionais que sejam úteis para uma empresa, sector ou negócio, é meio caminho andado para estar em vantagem sobre potenciais concorrentes. Este princípio não tem que se aplicar necessariamente a quem procura emprego e também é válido para o outro lado da moeda: potenciais empregadores.

Em plena era digital, onde a internet está mais social do que nunca, também o segmento profissional tem vindo a evoluir e a sofrer transformações neste sentido. Os empregadores olham cada vez mais para o digital durante os processos de recrutamento, e muitas vezes a primeira paragem, antes de avaliar sequer um Curriculum Vitaie, passa pelo seu perfil de Facebook ou pela sua página do LinkedIn - mesmo que não se aperceba disso.

Veja também: Está à procura de emprego? Arrisque mais no Facebook, Twitter ou LinkedIn

Se não tem, devia: porque é que deve ter um perfil no LinkedIn

Veja também: Linkedin já tem mais de 250 milhões de utilizadores

Porque é que devia ter um perfil no LinkedIn?

O LinkedIn não é só uma das maiores redes sociais do mundo: é a mais importante e popular no que ao segmento profissional diz respeito. Recentemente, a empresa anunciou ter ultrapassado os 250 milhões de utilizadores activos mensais, e estes números não revelam qualquer intenção de abrandar num futuro próximo. Isto significa que tem à sua disposição cerca de 250 milhões potenciais contactos profissionais, os quais lhe poderão garantir novas oportunidades de evolução, de negócio, de um projecto interessante ou de simples troca de conhecimento. Mas para se sujeitar a isso tem que estar inscrito.

Estas oportunidades já estão a ser reconhecidas por profissionais de diversas áreas e são um dos motivos pelos quais o LinkedIn foi a rede social com o maior crescimento, em termos de receitas geradas, no ranking da Forbes relativo aos últimos três anos do sector. Tenhamos em conta que este mesmo ranking posicionou o LinkedIn contra concorrentes bem mais populares e mediáticos como o Facebook, Apple e Google, entre outros.

Se não tem, devia: porque é que deve ter um perfil no LinkedIn

E que vantagens estão a ser reconhecidas na rede social dos "trabalhadores"? Para começar, as pessoas contratadas por intervenção/intermédio de uma rede social como o LinkedIn permanecem, em média, empregados por mais tempo do que um candidato que tenha recorrido a meios mais convencionais. Um estudo norte-americano chegou a avançar uma média superior a 3 anos como tempo médio para um candidato contratado através das redes sociais se manter activo. E se isto são notícias interessantes, o mesmo estudo indicou que a presença optimizada nas redes sociais aumenta a probabilidade de um candidato ser contratado.

Desengane-se ainda se pensar que esta não é uma realidade adaptada ao caso português: embora não esteja tão entranhada como no mercado norte-americano, cada vez mais as pequenas e médias empresas começam a familiarizar-se com o segmento digital, o que inclui redes sociais. Se olharmos ainda para os EUA como um potencial indicador de uma futura realidade europeia, o facto de 94% das empresas inquiridas nesse estudo estarem a considerar apostar mais fortemente no segmento do recrutamento social deveria ser um número suficientemente expressivo para começar a preocupar-se com a sua presença online.

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