NOTA! Este site utiliza cookies e tecnologias similares.

Se não alterar as configurações do seu navegador, está a concordar com a sua utilização.

Compreendo
Inventor cria microscópio a partir de um telemóvel

Inventor cria microscópio a partir de um telemóvel

quarta-feira, 11 novembro, 2009 /
Inventor cria microscópio a partir de um telemóvel Com o objectivo de poder disponibilizar pequenos microscópios digitais em locais remotos sem acesso ás mais modernas tecnologias biomédicas, estes pequenos equipamentos podem ajudar no diagnóstico daqueles que mais precisam. Anemia, Tuberculose e malária são algumas das doenças que podem ser detectadas com um telemóvel. Na última década assistimos a uma enorme evolução nos telemóveis, que desde simples equipamentos que nos permitiam fazer chamadas fora de casa, foram transformados em minicomputadores. Já nos perguntamos qual será a próxima evolução desdes equipamentos e esta histório, publicada no New York Times,, pode dar-nos mais umas ideias. De acordo com o artigo, um inventor chamado Dr. Aydogan Ozcan fundou a empresa Microskia para comercializar esta invenção da Ozcan Research Group na Universidade da Califórnia, Berckley (U.C.L.A), que converte normais telemóveis em microscópios portáteis capazes de diagnosticar doenças. A peça acessória construída, recorre à câmara do equipamento que , ao detectar o slide introduzido, capta a imagem e a transmite para um hospital ou laboratório para processamento. O objectivo deste desenvolvimento é poder disponibilizar estes equipamentos em locais remotos onde não existam determinados equipamentos médicos de diagnóstico. Por mais estranho que possa parecer, todo o desenvolvimento tem um custo de 10 dólares (cerca de 8 euros), mais o preço do telemóvel, neste caso um BlackBerry. Mas e se o telemóvel não tiver uma câmara? A equipa arranjou uma forma de desenvolver um microscópio sem qualquer lente: uma simples caixa com um chip sensor ligado por USB a um telemóvel ou portátil - e pronto. Apesar de este não ser um desenvolvimento que se vá massificar pois está limitado à comunidade médica e cientifica, é concerteza um marco a assinalar no desenvolvimento destas tecnologias de comunicação. Veja a notícia completa no NewYorkTimes, neste link: http://www.nytimes.com/2009/11/08/business/08novel.html?_r=3
2,954