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Google: uma gigante que ainda não cresceu tudo

Google: uma gigante que ainda não cresceu tudo

segunda-feira, 21 outubro, 2013 /
Google: uma gigante que ainda não cresceu tudo

A Google já é um caso de sucesso, mas ainda está longe de atingir um ponto de estagnação

A Google deu recentemente que falar por, entre outros motivos, ter superado as expectativas mais optimistas em relação aos resultados financeiros do terceiro trimstre de 2013, o que resultou numa subida do valor das acções da empresa, que ficaram valorizadas em mais de 1000 dólares por acção. O sucesso da empresa liderada por Larry Page, contudo, não se deverá ficar por aqui.

É quase do senso comum que a empresa é extremamente bem sucedida no segmento da publicidade online, mas o que se desconhece é a sua margem de distância comparativamente à concorrência - um número que, segundo apurou o Business Insider, consegue ser astronómico. Comparativamente ao seu maior concorrente, a Google exibe uma média de 200 mil milhões de anúncios a mais que a segunda maior empresa do segmento. Mas não só: a empresa ainda tem pela frente uma margem de crescimento astronómica.

Google

"Continuamos a esperar que a Google venha a roubar um ponto [percentual] da quota de mercado global, ano após ano, auxiliada pela su promissora execução [no segmento] mobile", afirma a Morgan Stanley. Por outras palavras, este ponto percentual significa uma fatia gigantesca do total de lucros gerados no segmento da publicidade, em qualquer meio, em todo o mundo - o que inclui a televisão.

A Google detém actualmente cerca de 11,7% do mercado global da publicidade, que segundo a Magna Global gera cerca de 495 mil milhões de dólares todos os anos e representa 97% dos lucros totais da Google. Mesmo que a Google conseguisse expandir a sua presença no mercado em aproximadamente 25% ao longo dos próximos três anos, a empresa continuaria a ter "só" 15% da fatia global do negócio, o que em termos de perspectivas de crescimento é um valor absurdo.

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