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Google. Chrome é o browser favorito dos portugueses

Google. Chrome é o browser favorito dos portugueses

quinta-feira, 16 abril, 2015 /
Google. Chrome é o browser favorito dos portugueses

Com quase metade da quota de mercado, o Google Chrome é o browser mais utilizado em território nacional.


Não é novidade para ninguém a popularidade de que o browser da Google usufrui hoje em dia. Comparativamente ao Internet Explorer que já caminha nestas andanças há qualquer coisa como 19 anos, o Chrome tem vindo a conseguir feitos enormes com apenas sete anos de existência.

Lançado em Setembro de 2008, o Chrome era um browser algo limitado, fazendo uma pequena sombra ao ainda grande Internet Explorer, cuja quota de mercado tem vindo a descer consideravelmente.

A par do Mozilla Firefox, o Google Chrome tem vindo a ser dos browsers mais utilizados pelos cibernautas por várias razões, que se prendem fundamentalmente com a excelente funcionalidade, rapidez, actualizações duradouras e medidas de segurança.


ASCENSÃO AO TRONO

Hoje em dia, o Chrome é muito mais que um simples browser. É a base diária utilizada por milhões de consumidores para aceder a conteúdos pessoais, caso do email, contactos, agenda etc.

A grande vantagem do Chrome relativamente aos restantes browsers tem a ver com a sua integração nativa com o gmail e sistema operativo Android, que por si está sincronizado com os contactos e outras informações de cariz mais pessoal, unificando assim toda a experiência de utilização. 

Desta forma, prova do óptimo trabalho realizado pela Google com o seu browser é a crescente percentagem de market share, que apenas em Portugal já atingiu os 47%, em contrapartida com o período homólogo do ano passado onde se situava nos 42.4%. 


A QUEDA DOS VETERANOS
 

Para uns subirem, outros têm de descer. É exactamente isso que se passa com o Internet Explorer, que em território nacional apenas ocupa 24.3% da total quota de mercado, sendo a restante percentagem ocupada pelo Mozilla Firefox com 11.3% juntamente com outros navegadores que não os três enunciados, estes últimos perfazendo os restantes 17.6%.

Veremos como a Microsoft recuperará – ou não – desta queda na esfera dos navegadores. Com a introdução da versão final do Windows 10 prevista para inícios do Verão juntamente com o novo navegador Spartan, a gigante de Redmond espera assim colmatar todos estes anos em que se viu ser claramente ultrapassada pela rival da Califórnia.


 

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