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CommunicAsia sob o signo da recuperação

CommunicAsia sob o signo da recuperação

sexta-feira, 21 junho, 2002 /
Está a decorrer a maior exposição de telecomunicações asiática sob o signo da recuperação do sector. São 1448 empresas a representar 41 países que estão expostas na Feira de Singapura, na CommunicAsia2002, a maior do sector das telecomunicação a realizar-se no continente asiático. Mesmo as empresas que não marcaram presença no ano passado, este ano vão estar em força, como é o caso da Kyocera, Microsoft, Nortel Networks, Sanyo, VeriSign e um pavilhão exclusivamente dedicado a fabricantes indianos de componentes electrónicos e exportação de software.

Por falar em pavilhões exclusivos, também a tecnologia bluetooth terá um espaço reservado. Esta versão avançada de infra-vermelhos vai estar representada por empresas como a Excel Point, eWare, GigaWave, que dedicam os seus investimentos a tirar o máximo partido das capacidades do bluetooth. A atracção será mesmo a última invenção da Bluenext, um kit mãos livres para automóvel utilizando este tipo de tecnologia wireless, evitando assim os fios instalados nas viaturas.

No mercado dos aparelhos propriamente ditos, destaque para os novos modelos da SonyEricsson e Siemens que escolheram a Feira de Singapura para o respectivo lançamento. Diga-se que a CommunicAsia2002 é só um pretexto para chamar a um dos países mais ricos da Ásia os demais interessados no sector para mostrar, ver e divulgar. É que esta exposição divide-se em muitas outras, todas elas de público mais selectivo como é o caso da NetworkAsia2002, BroadcastAsia2002, SatComm2002 (onde estão representadas empresas como a Boeing, China Sat, Intelsat e Arianespace, mais vocacionadas para comunicações por satélite) e, por fim, e a mais importante do nosso ponto de vista, a MobileCommAsia2022.

Estes momentos são sempre importantes para a divulgação de novos modelos, principalmente numa altura em que o GPRS dá os primeiros passos na Europa, empurrado sobretudo pelo MMS. É uma exposição no Oriente mas claramente a piscar o olho ao Ocidente, onde o mercado começa a despertar para uma nova geração de comunicações móveis, embrionária do UMTS.
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