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Banda larga: Governo quer Redes de Nova Geração ligadas a 1,5 milhões de utilizadores até fim de 2009

Banda larga: Governo quer Redes de Nova Geração ligadas a 1,5 milhões de utilizadores até fim de 2009

quinta-feira, 09 julho, 2009 /
O ministro das Obras Públicas, Mário Lino, disse ontem que o Governo pretende que as Redes de Banda Larga de Nova Geração sirvam 1,5 milhões de utilizadores até ao final do ano, assim como todas as escolas públicas de ensino superior, hospitais e bibliotecas. Até ao final de 2010, o objectivo do Governo é ligar as Redes de Banda Larga de Nova Geração a todas as escolas do ensino básico e secundário e a todos os serviços públicos de justiça. "O Governo aprovou um programa de promoção de investimento em Redes de Banda Larga de Nova Geração como prioridade estratégica para o país, de forma a garantir o acesso a produtos e serviços tecnologicamente inovadores pela generalidade dos consumidores", disse o ministro Mário Lino no encerramento de uma conferência sobre serviços de nova geração. O ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações reconheceu que as actuais redes de Banda Larga já suportam serviços com elevados débitos mas considerou que a permanente evolução de serviços e aplicações, com velocidades elevadas, "tornará as redes existentes insuficientes para ir ao encontro da satisfação das crescentes necessidades e aspirações dos consumidores". "Com as novas redes, abre-se o caminho à eliminação de todas as barreiras à instalação em edifícios, de soluções ópticas associadas às Redes de Banda Larga de Nova Geração, devendo o desenvolvimento destas infra-estruturas garantir o acesso por parte de todos os operadores à rede de condutas e demais instalações relevantes das entidades detentoras daquele tipo de infra-estruturas de subsolo", afirmou. O ministro considerou que "estes investimentos são essenciais para garantir um sector forte" e para combater a infoexclusão". Mário Lino lembrou que existem zonas do país a que o mercado não chega e que esta situação "gerou no passado um país a duas velocidades: as zonas em que o mercado resolve, versus as zonas sem concorrência". "Este Governo não quer que ninguém fique para trás, em particular num sector critíco para o desenvolvimento do país", garantiu. "As Redes de Banda Larga de Nova Geração constituem, nesse sentido, um instrumento gerador de oportunidades económicas, de formação e de desenvolvimento a que queremos que todos os portugueses tenham acesso", acrescentou. O ministro assegurou ainda que a aposta do governo nas Redes de Banda Larga de Nova Geração não é apenas uma resposta táctica aos desafios colocados pela actual crise económica e financeira mas é também "uma estratégia integrada para mudar o modelo de desenvolvimento do país, ancorada no Plano Tecnológico".
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