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APDC promoveu debate sobre privacidade na rede

APDC promoveu debate sobre privacidade na rede

quinta, 31 março, 2011 /
APDC promoveu debate sobre privacidade na rede

A APDC promoveu ontem um debate sobre a privacidade e segurança na rede. A iniciativa contou com a presença de operadores de comunicações electrónicas e reguladores do sector, e focou temas que incluem as redes sociais.

A APDC promoveu ontem, dia 30, uma conferência sobre a privacidade e segurança na rede, no Centro Cultural de Belém, em Lisboa. O debate, apelidado Do You Trust in your Network? Security dividend & Cloud Computing, veio debater a questão da segurança e da privacidade das redes, contando com operadores e reguladores do sector das comunicações electrónicas.

Diogo Vasconcelos, presidente da APDC, deu início ao seminário colocando a questão se vale a pena proteger a privacidade, se as pessoas não se protegem a elas próprias nas redes sociais? E referiu que passámos de uma economia de links (Google) para uma economia de likes (Facebook). As redes sociais são novas praças em que nos expomos publicamente, pode ter muitas vantagens mas também muitos perigos.

Para o líder da APDC, se não se criar uma sociedade e uma base de confiança não se progride. A confiança deve ser um dado adquirido e criada por toda a cadeira de valor, desde o mercado aos consumidores, passando por órgãos de regulação aos órgãos políticos. O Facebook criou 10 postos de emprego para directores na Europa que façam a ponte com os governos, na questão da privacidade, concluiu.

Os operadores de comunicações electrónicas vão passar a estar obrigados a divulgar à ICP-ANACOM, à Comissão Nacional de Protecção de Dados e aos seus clientes acerca das violações de segurança ou perdas de integridade das suas redes

 

Para Manuel Barros, Director de Segurança das Comunicações na ANACOM (Autoridade Nacional de Comunicações), a segurança não é nem pode ser considerada como um fim, por ser algo que se traz para uma rede, ou um negócio para solidificar um objectivo.

O quadro regulatório obriga à adopção de medidas de garantia de integridade de redes dos operadores para assegurar continuidade de fornecimento de serviços que utilizam essas redes. A Anacom vai contactar muito em breve os operadores para aferir a implementação desde novo quadro, finalizou.

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