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2014 acabou em grande para a Nokia

2014 acabou em grande para a Nokia

sexta, 30 janeiro, 2015 /
2014 acabou em grande para a Nokia

Ainda é cedo para falar de um regresso da Nokia, mas a empresa parece estar no bom caminho

 

 


Esta é aquela altura do ano. As grandes empresas tecnológicas fazem um ponto de situação em relação ao seu desempenho anual, mas também à performance registada no último trimestre fiscal de 2014 (Q4).

A Nokia em particular, que nos últimos anos nos habituou a associar a sua marca a más notícias, parece estar finalmente a ter um bom começo de ano.

Os resultados fiscais da empresa revelaram um final de 2014 forte, além de também ter entrado em 2015 com o pé direito ao registar uma "procura favorável" pelo Nokia N1.


É claro - foram necessários alguns sacrifícios para cnseguir chegar aqui. O mais mediático desses sacrifícios foi a famosa venda da divisão de Serviços & Telemóveis à Microsoft, no ano passado, o que implicou a transferência das marcas Lumia e Nokia para a Microsoft.

No caso da marca Nokia, a finlandesa ficará impedida de lançar telemóveis até 2016 sob a sua marca, mas nada a impede de apostar em tablets (que foi precisamente o que fez no início do ano).

Voltando à Nokia de 2015: a empresa, que tem agora três divisões principais (Nokia Networks, Nokia Technologias e HERE), conseguiu registar lucros operacionais na ordem dos 512 milhões de dólares durante o Q4 de 2014.


Isto representa um aumento valente de 66% comparado ao Q4 de 2013 (de 309 milhões de dólares). Já em relação a receitas, a Nokia conseguiu aumentar a fasquia para 4300 milhões de dólares, um número um pouco acima dos 3900 milhões do ano anterior.

As notícias são particularmente positivas para a divisão HERE da empresa, responsável pelos mapas da Nokia, que aumentou as suas vendas em 15% face a 2013.

Rajeev Suri, o actual CEO da Nokia, reconhece que 2014 foi um ano de desafios para a empresa, e que apesar dos resultados positivos durante o Q4, será em 2015 que a empresa terá que solidificar estes resultados.

« Olhando para trás, enquanto que 2014 foi um ano de reinvenções, nós vemos 2015 como um ano de execução », comentou.


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