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Quem vai salvar o Google Reader?

Quem vai salvar o Google Reader?

sexta-feira, 15 março, 2013 /
Quem vai salvar o Google Reader?

Possivelmente ninguém, embora pelo menos 100 mil dos utilizadores do Google Reader já se tenham manifestado contra a decisão da Google numa petição online.

Nunca o Google Reader foi tão popular como nos últimos dias, desde que a Google anunciou a sua intenção de encerrar o leitor de feeds RSS mais popular da Internet. E se um dos motivos para esse encerramento foi o do declínio dos seus utilizadores, aqueles que continuaram a utilizar o serviço - como nós aqui no Telemoveis.com - definitivamente utilizam-no intensivamente no seu dia-a-dia.

A reacção da Internet ao encerramento do Google Reader parece ter sido bastante negativa, tendo inclusive dado origem a uma petição online que requisitava à Google a preservação do serviço tal como ele se encontra actualmente. O impressionante? Em pouco mais de 24 horas esta repetição recebeu mais de 100 mil assinaturas de utilizadores de todo o mundo. A título meramente comparativo, Emil Protalinski da The Next Web dá o exemplo da recente petição que circulou nos EUA que pedia que o desbloqueio de telemóveis fosse legal - essa petição em questão, que se tornou relativamente mediática em território norte-americano, levou aproximadamente um mês para recolher quase 100 mil assinaturas.

Quem vai salvar o Google Reader?

E se a Google provavelmente não vai alterar a sua decisão, pelo menos existem algumas vantagens a considerar com o encerramento deste serviço: a primeira é a da inovação. Desde que o Google Reader se assumiu como o líder dos serviços de leitura de feeds RSS que nunca mais houve inovações significativas neste tipo de serviços, algo que poderá mudar agora que o líder vai ser destronado voluntariamente. Concorrentes como o Feedly, o Taptu e o Flipboard, por exemplo, poderão tornar este mercado mais competitivo e beneficiar ainda mais os consumidores de conteúdos online com uma maior variedade de serviços.

Por outro lado também poderemos estar errados e a Google mudar de opinião em relação ao assunto. Nós, da nossa parte, também não levaríamos a mal com isso.

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