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Portugal em 18º nos gastos online

Portugal em 18º nos gastos online

sexta-feira, 29 outubro, 2010 /
O relatório foi publicado hoje e analisa o valor das transacções de comércio electrónico, entre outros indicadores, e o investimento em publicidade online, num ranking de 22 países europeus. Partilhar

A Google encomentou um estudo, realizado pela empresa de consultoria Boston Consulting Group, que coloca Portugal em 18º lugar num ranking de 22 países europeus. O estudo considera ordenados em função do dinheiro gasto, per capita, em compras, serviços e publicidade na Internet.

Abaixo de Portugal encontram-se apenas a Suíça, a Eslováquia, Itália e Grécia. O Reino Unido lidera o ranking, seguido pela Dinamarca e Alemanha - contando com os poucos países não europeus no estudo, o terceiro lugar é dos EUA.

Um dos entraves ao crescimento de vendas online passa pela penetração dos computadores e da Internet de banda larga em Portugal, que ainda tem terreno a ganhar para poder acompanhar os países líderes, pela transmissão de dados pessoais e ainda pelo método de pagamento, de acordo com Manuel Paula, da direcção de Associação do Comércio Electrónico e Publicidade Interactiva. Os consumidores portugueses tendencialmente hesitam em utilizar dados bancários ao fazerem compras da Internet. Há normalmente um sentimento negativo em torno do que acontece nos pagamentos online, refere.

Outro alvo de análise neste estudo passou pelo investimento publicitário: o segmento online é o que mais cresce no mercado publicitário e está a crescer a dois dígitos, embora a nível de investimento não se encontre no mesmo nivel dos ingleses e dos nórdicos.

O estudo diz respeito ao ano passado, não inclui detalhes para os países listados e tem por objectivo analisar o impacto da Internet na economia do Reino Unido - que já representa 7,2% do PIB, um total de aproximadamente 114 mil milhões de euros. Este valor inclui não só as vendas electrónicas mas também os serviços de telecomunicações e o investimento em infra-estruturas de rede.

A contribuição da Internet para a economia britânica é mais importante do que a indústria da construção ou o sector dos transportes, aponta ainda o relatório.


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*** Este texto NÃO foi escrito de acordo com o novo Acordo Ortográfico***

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