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'O Facebook tem demasiado drama', acham adolescentes

'O Facebook tem demasiado drama', acham adolescentes

quarta-feira, 22 maio, 2013 /
'O Facebook tem demasiado drama', acham adolescentes

Os adolescentes norte-americanos estão fartos do Facebook por considerarem que a rede social de Mark Zuckerberg tem demasiado drama e oferece destaque à partilha 'excessiva' de conteúdos. O Twitter e o Instagram são as alternativas mais populares, por serem mais simples de gerir.

O Facebook continua a ser a rede social mais popular do mundo, mas a sua popularidade parece começar a assumir outros contornos por entre uma das camadas mais importantes do seu público-alvo: os adolescentes.

De acordo com um estudo da Pew Internet Project, divulgado ontem (21 Maio) e que teve como universo de estudo cerca de 800 jovens, os adolescentes dos EUA estão a começar a ficar 'fartos' da rede social de Mark Zuckerberg por considerarem que esta é palco de partilhas 'excessivas' de informação inútil, de demasiados adultos e ainda de muito drama. Isto resulta numa experiência cansativa e na perda de entusiasmo pelo Facebook.

'O stress de precisar de gerir a reputação no Facebook também contribui para a falta de entusiasmo', referem os investigadores do estudo. Só que muitos dos adolescentes continuam activos na rede social por considerarem que esta permanece 'uma parte obrigatória na socialização de um adolescente' actual.

E que alternativas existem ao Facebook? Aparentemente o Twitter e o Instagram apresentam-se como os candidatos 'ideais' por apresentarem propostas muito mais simples. Cerca de 25% dos adolescentes dos EUA já são utilizadores da rede social dos 140 caracteres, por exemplo.

Uma das explicações para este efeito também poderá relacionada com a própria utilização que dão à rede social. Por exemplo cerca de 70% possuem familiares como os pais nos seus contactos, ao passo que apenas 5% restringem o acesso aos conteúdos que os seus pais podem ver. Isto faz com que o Facebook não seja o melhor local para se expor determinados conteúdos.

Já os pais norte-americanos revelaram-se preocupados com o acesso às informações privadas dos seus filhos por parte de anunciantes.

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