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4ª fase de privatização da PT com início previsto a 18 de Junho

4ª fase de privatização da PT com início previsto a 18 de Junho

segunda-feira, 31 maio, 1999 /
4ª fase de privatização da PT com início previsto a 18 de Junho Após a realização destas operações, o Estado ficará a deter cerca de 10,5% do capital. 4ª fase de privatização da PT inclui aumento de capital e oferta combinada de venda de acções do Estado - Oferta combinada de venda de um máximo de 13,5% de acções, dividida por OPV e Venda Directa institucional nacional e internacional - Aumento de capital reservado a accionistas de 10% do capital actual (190 milhões de acções) - Calendário preliminar com pré-registo para a OPV e subscrição de aumento de capital de 18 de Junho a 2 de Julho - Após a realização destas operações, o Estado ficará a deter cerca de 10,5% do capital Tem início no próximo dia 31 de Maio de 1999 a campanha de publicidade relativa à 4ª fase de privatização da Portugal Telecom, sob o lema "Ligue-se a este Grupo". Esta campanha acompanhará os sucessivos passos da operação, estando dividida em quatro fases: institucional, pré-venda, aumento de capital/pré-registo e OPV. A campanha visa, numa primeira fase, salientar o desempenho da PT nas suas diferentes áreas de negócio e utilizará os diversos meios de comunicação social: televisão, rádio, imprensa escrita, internet e exterior. Calendário preliminar O calendário preliminar para esta 4ª fase de privatização aponta para que a operação fique concluída no dia 12 de Julho, encontrando-se todas as datas a seguir indicadas ainda sujeitas a confirmação: 14 de Junho - Último dia para aquisição em Bolsa de acções com direitos de subscrição no aumento de capital 18 a 25 de Junho - Transacção em Bolsa de direitos de subscrição para o aumento de capital 18 de Junho a 2 de Julho - Período de subscrição do aumento de capital 18 a 25 de Junho - 1º período de pré-registo 28 de Junho a 2 de Julho - 2º período de pré-registo 5 a 9 de Julho - Período de OPV 12 de Julho - Sessão Especial de Bolsa Após as duas operações o Estado passará a deter 10.5% do capital Recorde-se que o Governo estabeleceu as características base da operação através do Decreto Lei 119-A/99 de 14 de Abril de 1999, definindo, além de uma oferta combinada de venda de acções, um aumento de capital que visa reforçar a estrutura financeira da Empresa. O aumento de capital será realizado através de uma Oferta Pública de Subscrição reservada aos accionistas da PT, sendo que as acções que venham a ser emitidas na sequência desta operação não ultrapassarão 10% das acções que representam o capital actual. Na oferta combinada de venda de acções serão alienados até 13,5% do capital da PT (até 25 650 000 acções), através de uma Oferta Pública de Venda (OPV) e uma Venda Directa destinada a investidores institucionais nacionais e estrangeiros. Após a conclusão desta 4ª fase de Privatização, prevista para a primeira quinzena de Julho, o Estado ficará a deter cerca de 10,5% do capital final da PT. Aumento de capital com atribuição proporcional aos direitos exercidos Na operação de aumento de capital, que decorrerá em simultâneo com o período de pré-registo da OPV, os accionistas poderão subscrever uma nova acção por cada lote de 10 acções detidas. Todos os investidores que não forem accionistas da PT e queiram participar no aumento do capital poderão fazê-lo desde que adquiram acções da empresa até 14 de Junho, dia em que os direitos de subscrição serão destacados das acções. As acções adquiridas em Bolsa a partir desta data não permitem participar no aumento de capital. Durante a primeira semana do período de aumento de capital os direitos de subscrição são transaccionáveis na BVL. Assim, os investidores que não tenham direitos, uma vez que não adquiriram acções até à data indicada, ou não tenham a quantidade suficiente para subscreverem o número de acções desejado, poderão adquiri-los de 18 a 25 de Junho. Quatro tranches na OPV A OPV será dividida em quatro tranches - Trabalhadores da PT, Pequenos Subscritores e Emigrantes (que constituirão um segmento único), Detentores de Obrigações da PT (que tenham no mínimo 100 obrigações adquiridas até 31 de Dezembro de 1998 e mantidas até ao final do período de OPV) e Público em Geral. Os investidores no segmento Trabalhadores da PT, Pequenos Subscritores e Emigrantes beneficiarão de condições especiais na aquisição de acções, além de um prémio de fidelidade no caso de manterem durante um ano a titularidade das acções adquiridas na OPV. As acções adquiridas neste segmento terão um período de indisponibilidade de três meses. A Venda Directa será realizada a um conjunto de instituições financeiras, que procederão de imediato à dispersão das acções junto de investidores institucionais em Portugal e no estrangeiro. Coordenadores Globais Os coordenadores globais desta 4ª fase de privatização da PT são o Banco Espírito Santo de Investimento, a Merrill Lynch e a Warburg Dillon Read. Notas: Oportunamente será divulgado um prospecto sobre esta operação global. Todas as datas apresentadas estão sujeitas a confirmação
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