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Nokia alerta contra ameaça de malware em dispositivos IoT

quinta-feira, 06 dezembro, 2018 /
Nokia alerta contra ameaça de malware em dispositivos IoT

TheRent.Zone - Aluguer de Dispositivos Tecnológicos

Relatório conclui que a crescente adopção de dispositivos inteligentes vai impulsionar potenciais ameaças. Expansão do 5G poderá contribuir.

 

São úteis, inteligentes e conectados. Da televisão ao frigorífico ou à máquina de lavar, as novas gerações de dispositivos Internet of Things (IoT) trazem inúmeras vantagens em termos de conectividade e comodidade. Mas o progresso acarreta também novos riscos.

Segundo o relatório de cibersegurança da Nokia, os dispositivos inteligentes são os novos alvos preferenciais dos cibercriminosos, tendo 78% das detecções correspondido a botnets detectadas em redes de provedores de serviços de comunicação. Uma botnet é um sistema de computadores infectados por malware com o objectivo de serem controlados por um único computador. As acções realizadas por este sistema podem incluir o roubo de informações bancárias, entre outras actividades.

"Os cibercriminosos estão crescentemente a transitar dos tradicionais computadores e smartphones para dispositivos IoT mais vulneráveis. Temos milhares de fabricantes a quererem lançar rapidamente os produtos no mercado e, infelizmente, a segurança é frequentemente uma reflexão posterior". afirma Kevin McNamee, director do Laboratório de Inteligência de Ameaças da Nokia, principal autor do relatório.

À medida que a adopção do 5G se aproxima, é esperada uma maior procura por dispositivos conectados. Por consequência, a extensão do nível da ameaça deverá continuar a aumentar. Entre os sistemas conectados à internet das coisas vão estar sistemas de monitorização de segurança, veículos, drones e dispositivos médicos. Todos potenciais alvos.

O relatório também conclui que a falta de medidas de segurança, aliada à crescente sofisticação técnica dos cibercriminosos, aumentam o alcance geral dos ataques direccionados a estes aparelhos. Em contrapartida, a redução nos ataques a redes fixas em móveis parece sublinhar a tendência dos cibercriminosos em procurarem alvos mais vulneráveis.

 

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