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Compreendo
Sendô S330

Sendô S330

quarta-feira, 16 junho, 2004 /
Sendô S330 Depois de aqui há alguns meses termos testado o primeiro terminal «concha» do fabricante britânico, o M550, coube-nos agora o S330, uma versão melhorada, e a cores, do antecessor S300.

Depois de aqui há alguns meses termos testado o primeiro terminal «concha» do fabricante britânico, o M550, coube-nos agora o S330, uma versão melhorada, e a cores, do antecessor S300. Temos no entanto que chamar desde já à atenção para um detalhe, que se prende com o facto do terminal que nos foi facultado ser uma versão beta e não o produto final destinado ao mercado.

Em termos de design, podemos afirmar sem complexos que o escolhido para o S330 não é ambicioso nem tão pouco arrojado, sendo em tudo semelhante ao S300, pequeno e de fácil transporte. 

Todos os terminais Sendô têm algo que os diferencia dos demais disponíveis actualmente no mercado. Esse «algo» prende-se com o material com que o fabricante britânico constrói os seus dispositivos, normalmente materiais plásticos de qualidade inferior à dos restantes concorrentes, residindo provavelmente aí o segredo dos baixos preços dos seus telemóveis.

O S330, apesar disso, vem equipado com um ecrã CSTN de 4096 cores com 96 x 67 pixéis de resolução. Este terminal de 81 gramas mostrou-se fiável e de fácil manuseio. Simples, directo e con uma lista de contactos de 500 números, dispõe de uma bateria que oferece uma excelente autonomia, embora não sejam os valores anunciados pelo fabricante, que se situam à volta dos 450 minutos em conversação e 480 horas em espera. 

Não obstante, detectamos uma importante falta de contraste no visor, e que para nós consituiu a principal falha deste terminal. Com o contraste no mínimo mal conseguimos ver o que haviamos escrito, embora esta também tenha que ver com o fundo de ecrã que se escolhe. Fica o conselho, evitem os fundos mais claros, e recomendamos o fundo «Pastel» com o contraste no mínimo. 

A função de bloqueio do teclado activa-se automaticamente quando o ecrã entra em modo de espera, ou quando o screensaver é activado. Achámos esta função interessante, que se é desactivada depois de pressionada a tecla C. Embora haja pessoas que achem este procedimento um pouco chato, a verdade é que a mesma é de uma simplicidade que raramente se vê noutros terminais, já que não é necessário proceder a combinações de teclas. 

Outro dos pontos fortes do terminal é a oferta de jogos que o equipam. Ao todo são seis: Tempin, Splat, FlippIT, Splash, Quaddro e Scizzors. Destacam-se sobretudo, de resto tónica geral deste terminal, pela simplicidade. Existe, entre outros, uma versão do tradicional jogo «Pedra-Papel-Tesoura», bem divertida por sinal. 

En termos de qualidade de chamada, a recepção no geral é boa e não existem grandes problemas nos lugares onde normalmente não existe uma excelente cobertura de rede. De facto, neste aspecto, «bateu-se» com terminais de gamas superiores.

Sentimos alguma falta da conectividade, para além do WAP, como por exemplo do GPRS, já que um terminal com visor a cores deveria possuir algum tipo solução para se poder actualizar os fundos de ecrã e screensavers. A impossibilidade de ligar o terminal a um PC também se revelou como um factor negativo.

No capítulo das mensagens o S330 permite o envio e recepção de SMS e EMS. A concepção em ambos os sistemas é bastante simples, já que ao entrarmos no menú Mensagens basta carregar em enviar e depois escolher entre os dois tipos. Equipado com T9, um sistema que funciona bem mas que podia permitir maior personalização.

Para finalizar esta breve resenha sobre o terminal da Sêndo, apenas mais um apontamento. Este é um telefone destinado de gama de entrada, e uma opção a ter em conta para os utilizadores (cada vez menos) que procuram o seu primeiro telefone.

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