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Compreendo
Samsung Galaxy S7. Lançamento e Preço

Samsung Galaxy S7. Lançamento e Preço

sexta-feira, 18 março, 2016 /
Samsung Galaxy S7. Lançamento e Preço

Tudo o que deve saber sobre o Samsung Galaxy S7

 

*Samsung Galaxy S7, S7 Edge - © Geenius Meedia/Flickr
**Este artigo não é uma review ao Samsung Galaxy S7

 

Samsung Galaxy S7. Especificações:

 

  1. • €729,90/€699,90 (bloqueado para operador)
  2. • Android 6.0 Marshmallow
  3. • Single SIM/Dual SIM
  4. • IPS68 (resistente a pó & água)
  5. • Ecrã Super AMOLED, 5,1 polegadas
  6. • 1440 x 2560 píxeis, 577 ppi
  7. • Processador octa-core (quad-core 2,3 GHz + quad-core 1,6 GHz)
  8. • Dual Píxel 12 MP, filma em 4K
  9. • 32/64 GB de armazenamento
  10. • 4 GB de RAM
  11. • NFC
  12. • Sensor de impressões digitais
  13. • Disponível em Dual SIM

 

O Samsung Galaxy S7 já é oficial desde o dia 21 de Fevereiro.

A apresentação também foi uma das mais mediáticas do Mobile World Congress, em Barcelona (nela participou Mark Zuckerbg, CEO e fundador do Facebook).

 

Está à venda em Portugal desde dia 11 de Março.

O que me leva a começar pelo mais óbvio.

 

#4. O Samsung Galaxy S7 é uma bomba. Para a sua carteira.

 

Eu sei. Já escrevi isto antes, noutro telemóvel.

Decidi repetir a fórmula porque achei fazer todo o sentido no Samsung Galaxy S7.

E porque acho que é verdade.

 

Por €729,90, o novo topo-de-gama da Samsung é apenas ligeiramente mais barato que o iPhone 6S (em algumas cadeias de retalho a diferença é de apenas €30).

Portanto: a Samsung já perdeu, há muito, a timidez.

 

As intenções da empresa são óbvias: quer o tipo de cliente com poder de compra.

A Samsung não está sozinha nesta luta, mas é a empresa com mais condições de levar esta estratégia em frente.

 

Nos operadores os preços são mais acessíveis, mas nem por isso baratos - é um telemóvel que continua a custar €699,90.

Só que estes valores têm de ser justificados.

Para onde olhamos primeiro?

 

#3. O hardware de sonho do Samsung Galaxy S7.

 

Facto: quantidade não é sinónimo de qualidade, mas num telemóvel pode ser um excelente indicador de desempenho.

Particularmente num Android.

 

Mesmo que o hardware seja interessante, sem um bom desempenho perde relevância. E isto é frequente em topos-de-gama Android.

Além de que o desempenho fantástico costuma ser temporário.

 

Mas é cedo para acusar o Samsung Galaxy S7 deste problema.

As quebras no desempenho, quando ocorrem, são culpa de factores como:

 

• Aplicações a correr no background
• Demasiados processos a decorrer (que consomem recursos)

 

Ou seja: há aspectos destes dentro do nosso controlo.

E poder não é um problema no Samsung Galaxy S7:

 

• Tem 4 GB de RAM
• O processador é octa-core (Quad-core 2.3 GHz + Quad-core 1.6 GHz)

 

Recursos não lhe faltam.

Além disto:

 

  1. • Suporta microSD até 200 GB
  2. • Tem 32 GB de armazenamento (ou 64 GB)
  3. • A câmara de 12 MP traz bastantes melhorias (já lhe digo quais)
  4. • O ecrã é Quad HD
  5. • Tem 3000 mAh de bateria

 

Estes são os grandes destaques do Samsung Galaxy S7.

200 GB adicionais? Completamente desnecessários, mas bem-vindos.

 

32 GB de armazenamento? Mais convencional, mas é uma margem de armazenamento confortável.

A câmara também é considerada uma das melhores do mercado (há mesmo quem argumente que é a melhor).

 

Samsung Galaxy S7

Samsung Galaxy S7, S7 Edge - © Geenius Meedia/Flickr

 

#2. O ecrã do Samsung Galaxy S7 não dorme.

 

O ecrã traz mesmo mais resolução do aquela que é necessária.

Só que consigo abrir uma excepção para o Samsung Galaxy S7 porque esta resolução pode beneficiar a experiência de Realidade Virtual (o Samsung Galaxy S7 está optimizado para os óculos VR da empresa, ao contrário de outros telemóveis).

 

É Quad HD, com 1440 x 2560 píxeis. Tudo isto em 5,1 polegadas.

Pessoalmente sou fã do Super AMOLED da Samsung, já que a ausência de retroiluminação oferece contrastes fantásticos.

 

Menos necessário é o modo Always On.

Este modo quer dizer duas coisas:

 

• O ecrã do Samsung Galaxy S7 nunca se desliga totalmente;
• A bateria do Galaxy S7, em standby, perde (pelo menos) 1% de autonomia por hora;

 

A Samsung diz o seguinte sobre este modo:

 

"Confere aos utilizadores uma experiência simplificada de "zero touch" graças à qual não é necessário preocuparem-se com uma chamada perdida ou com uma notificação importante" (Samsung)

 

Não fosse o Super AMOLED um ecrã sem retroilminação e este modo seria um verdadeiro incómodo.

Consegue imaginar-se a dormir com o ecrã ligado permanentemente?

 

Se a questão são mensagens ou chamadas perdidas, uma notificação com uma luz LED deveria bastar.

Além disso este modo ainda não está optimizado para outras aplicações.

 

Isto quer dizer que só exibe notificações de algumas apps da Samsung. Mas o potencial para se tornar mais útil está lá.

Vale a pena sacrificar autonomia de bateria por uma conveniência que não é assim tão essencial?

 

Pergunto-me quanto seria possível abater dos €729,90 do Galaxy S7 se o modo Always On nunca tivesse existido.

A bateria de 3000 mAh é outro destaque do telemóvel.

 

Faço notar que ainda não tive oportunidade de testar o Samsung Galaxy S7, mas esta é uma das áreas que a Samsung mais procurou melhorar.

Baseio-me em quem já comprovou isto:

 

"Enquanto que a Samsung não tem o melhor registo em relação à gestão de energia nos seus telefones, a combinação das melhorias na gestão de energia no Android 6 Marshmallow e de mais mAh para trabalhar pode querer dizer que finalmente temos um Galaxy topo-de-gama de longa duração" (Gareth Beavis,TechRadar)

 

"Resumidamente, [a bateria do] Galaxy S7 porta-se muito bem. A começar pelas chamadas de voz em 3G, o S7 consegue superar a concorrência (ainda não podemos ter certezas em relação ao Mi 5 e ao G5). E mesmo assim é o Galaxy S6 que fica mais próximo, não nenhuma marca da concorrência. Segue-se o Xperia Z5, a uma distância de quase 5 horas do S7. O iPhone 6S a modos que se comporta miseravelmente a reste respeito, com menos de 10 horas de conversação numa recarga" (George, GSMArena)

 

"[O Galaxy S7] aguentou umas impressionantes 17h 48m no nosso teste de reprodução de vídeo contínua (o S6 aguentou 13h). Isto quer dizer que o Galaxy S7 irá quase certamente levar até mesmo o utilizador mais pesado por um dia de trabalho com cerca de 15-20% de bateria restante". (Know Your Mobile)

 

Bastam 30 minutos de carregamento para o S7 obter 60% de autonomia.

Mas o que mudou em relação ao Galaxy S6?

 

#1. Isto foi o que mudou do Samsung Galaxy S6 para o Galaxy S7.

 

O regresso da expansão de memória foi bem-vindo.

A Samsung gerou queixas quando, no Galaxy S6, decidiu retirar o slot para cartões microSD.

 

O motivo para na altura terem achado isso uma boa ideia ultrapassa-me, mas felizmente a empresa ouviu os consumidores.

Desta vez é possível acrescentar 200 GB adicionais ao telemóvel.

 

Eu sempre disse que mais vale ter e não precisar do que precisar e não ter.

A câmara digital sofreu um aparente downgrade, de 16 MP para 12 MP.

 

Faço notar que palavra-chave aqui é "aparente".

A tecnologia Dual Pixel (que a Samsung diz estar pela primeira vez num smartphone) inclui agora lentes mais luminosas, com maior abertura.

 

Graças à maior velocidade de obturação e à focagem automática mais rápida, a câmara do Samsung Galaxy S7 está feita para ter um bom desempenho em condições de baixa luminosidade.

 

Também inclui um novo modo - Motion Panorama - que confere movimento às fotografias panorâmicas.

Ah, e é resistente a água e poeira.

 

Recordo que há uma diferença entre ser "resistente" e ser "à prova de" - o Samsung Galaxy S7 tolera água até profundidades de 1,5 metros, por períodos não superiores a 30 minutos.

Se experimentar ultrapassar esses limites o mais provável é 'afogar' o telemóvel.

Tudo graças à certificação IP68.

 

Por fim, o desempenho do Samsung Galaxy S7 está optimizado para jogos.

A empresa desenvolveu um sistema de refrigeração interno para evitar sobreaquecimentos, mas também para não sobrecarregar os recursos do telefone.

 

Isto é bom porque não interfere tanto na autonomia de bateria do telemóvel.

Faço notar que isto não é uma análise/review ao Samsung Galaxy S7.

Este é apenas um perfil sobre o telefone. A análise virá no futuro..

 

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