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O Patrão do Google não vai deixar a Apple.

O Patrão do Google não vai deixar a Apple.

sexta-feira, 08 maio, 2009 /
O Google está em "discussão" com a FTC (Comissão Federal do Comércio nos E.U). Em causa está a demissão de Eric Schmidt por alegada incompatibilidade dos dois cargos que ele assume. O CEO do Google Eric Schmidt disse que não irá demitir-se do seu cargo na Apple apesar da investigação levada a cabo pelo governo. A Comissão Federal do Comércio está a analisar uma possível violação das leis "anti-trust" (anti-confiança) dado que Schmidt acumula as posições de chefia no Google e na Apple. De acordo com a opinião de alguns accionistas, ambas as empresas têm sistemas operativos para telemóveis e de navegação competitivos, levando a eventuais conflitos de interesse. Mas o Sr Schmidt disse aos jornalistas: "Se a questão é sobre a competitividade, eu oponho-me". Ainda acrescentou que está perfeitamente estabelecido que é suposto ele sair da sala sempre que o assunto está relacionado com o iPhone. Quando lhe perguntaram se ele havia considerado a hipótese de demissão uma vez ser esse o interesse da FTC, Schmidt respondeu "nada que eu tenha pensado". Os comentários do Sr. Schmidt para a imprensa, antecederam o seu encontro com os accionistas na sede da empresa em Mountain View, Califórnia. Durante o briefing, ele também afirmou que o facto de o Google e a Apple partilharem os mesmos directores, isso não constitui um problema. O papel de Arthur Levinson, um ex-chefe executivo da Genentech, que também está nos quadros do Google e da Apple, está igualmente a ser investigado por parte da FTC . "Na minha perspectiva não creio que o Google veja a Apple como principal concorrente," disse o Sr. Schmidt. O grupo jurídico do Google também disse aos jornalistas que não vê qualquer conflito de interesse. Falando em nome da federação de organizações de trabalho conhecida como a AFL-CIO, Brandon Rees desafiou o Sr Schmidt a pedir a demissão do Conselho da Apple para evitar mais investigações por parte do governo. "Não há nada a ganhar e muito a perder. Não queremos que o Google venha a tornar-se num demónio "anti-trust" (anti-confiança) como a fez a Microsoft," disse o Sr. Reese. Schmidt não quis comentar sobre eventuais discussões ou "rumores de um inquérito" e que a sua presença em ambas as partes é "legal e adequada".
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