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Nokia apresenta resultados do 3º trimestre de 2008

Nokia apresenta resultados do 3º trimestre de 2008

segunda-feira, 20 outubro, 2008 /
Os resultados líquidos da Nokia atingiram os 12,2 mil milhões de euros no terceiro trimestre de 2008 e os lucros por acção (EPS) chegaram aos 0,33 euros. Neste mesmo período, os lucros por acção (EPS) não-IFRS (International Financial Reporting Standards) situaram-se nos 0,33 euros (tendo sido reportado um EPS de 0,29 euros). Por seu turno, a margem bruta não-IFRS alcançou os 35,7%, tendo subido dos 34,5% registados no terceiro trimestre de 2007 (reportados 35,6%, o que constitui um crescimento em relação aos 34,2% do 3º trimestre do ano anterior) DESTAQUES DO 3º TRIMESTRE DE 2008 Vendas líquidas na Nokia atingem os 12,2 mil milhões de euros, descendo 5% em termos anuais e 7% em termos sequenciais (representando, respectivamente, uma subida de 1% e uma descida de 7%, a taxas de câmbio constantes). Vendas líquidas da área de Dispositivos & Serviços de 8,6 mil milhões de euros, decrescendo 7% em termos anuais e 5% sequencialmente (representando, respectivamente, uma redução de 1% e 7%, a taxas de câmbio constantes). Vendas líquidas de Serviços e Software de 115 milhões de euros (facturação de 140 milhões de euros). Volume global de dispositivos móveis estimado em 310 milhões de unidades, o que constitui uma subida de 8% em termos anuais e um crescimento de 2% em relação ao 2º trimestre de 2008. Quota de mercado de dispositivos móveis da Nokia estimada em 38%, descendo em relação aos 39% registados no 3º trimestre de 2007 e aos 40% alcançados no 2º trimestre de 2008. Preço de venda médio (ASP) dos dispositivos móveis da Nokia de 72 euros, decrescendo dos 74 euros averbados no 2º trimestre de 2008. Margem bruta da área de Dispositivos & Serviços nos 36,5%, subindo em termos sequenciais em relação aos 36,1% registados no 2º trimestre de 2008. NAVTEQ com vendas líquidas de 156 milhões de euros e uma margem operacional não-IFRS de 18,5%. Nokia Siemens Networks com vendas líquidas de 3,5 mil milhões de euros, descendo 5% em termos anuais e 14% em termos sequenciais (respectivamente, 0% e 14% a taxas de câmbio constantes). Total de recursos financeiros (e outros) líquidos de 7,2 mil milhões de euros no final do 3º trimestre de 2008. DECLARAÇÕES DE OLLI-PEKKA KALLASVUO, CEO DA NOKIA "Como resultado da sua forte gestão operacional e consolidada posição no mercado, a Nokia obteve margens sólidas e um cash-flow operacional de 1,3 mil milhões de euros, no 3º trimestre de 2008. Com a nossa escala, com o nosso valor de marca, com o nosso portfolio de produtos em constante evolução e com a nossa estrutura de custos reduzidos, acreditamos que a Nokia está bem posicionada para os desafios actuais". PERSPECTIVAS PARA O SECTOR E PARA A NOKIA A Nokia espera que o volume global de dispositivos móveis no mercado cresça, em termos sequenciais, no 4º trimestre de 2008. A Nokia estima que a sua quota de mercado se mantenha idêntica, ou que cresça ligeiramente, em termos sequenciais, no 4º trimestre de 2008. A Nokia prevê que o volume de dispositivos móveis no mercado atinja, aproximadamente, 1,26 mil milhões de unidades em 2008, subindo em relação aos 1,14 mil milhões estimados em 2007. Em 2008, a Nokia continua a procurar aumentar a sua quota de mercado de dispositivos móveis. A Nokia e a Nokia Siemens Networks esperam que a quota de mercado da Nokia Siemens Networks se mantenha em 2008 (comparada com 2007). A Nokia e a Nokia Siemens Networks prevêem que o mercado de infraestruturas móveis e fixas, e dos serviços relacionados, se mantenha estável em temos de receitas em 2008, quando comparado com valores de 2007. A Nokia e a Nokia Siemens Networks têm, como objectivo contínuo em termos de custos de sinergias para a Nokia Siemens Networks, alcançar substancialmente o valor de 2 mil milhões de euros de custos anuais de sinergias no final de 2008, como foi anunciado previamente. Grupo Nokia As vendas líquidas da Nokia decresceram 5% no 3º trimestre de 2008, cifrando-se nos 12,2 mil milhões de euros (contra 12,9 mil milhões no 3º trimestre de 2007). A taxas de câmbio constantes, as vendas líquidas do Grupo Nokia teriam subido 1% em termos anuais e descido 7% em termos sequenciais. O gráfico seguinte exibe as taxas de crescimento, anuais e sequenciais, para os períodos indicados, numa base reportada e a taxas de câmbio constantes. VENDAS LÍQUIDAS DA NOKIA NO 3º TRIMESTRE DE 2008 Reportadas e a Taxas de Câmbio Constantes1,2 Q3 (2008/2007) Q3/Q2 (2008) Vendas líquidas do Grupo (reportadas) -5% -7% Vendas líquidas do Grupo (câmbios constantes1) 1% -7% Vendas líquidas de Dispositivos & Serviços (reportadas) -7% -5% Vendas líquidas de Dispositivos & Serviços (câmbios constantes1) -1% -5% Vendas líquidas da Nokia Siemens Networks (reportadas) -5% -14% Vendas líquidas da Nokia Siemens Networks (câmbios constantes1) 0% -14% 1 A variação das vendas líquidas a câmbios constantes exclui o impacto das alterações nas taxas de câmbio em relação ao euro, a nossa moeda de referência. 2 Em 10 de Julho de 2008, a Nokia completou a aquisição da NAVTEQ Corporation. A área de mapas da NAVTEQ é reportada separadamente pela Nokia, a partir do 3º trimestre de 2008. Assim, os resultados da NAVTEQ referentes aos períodos anteriores não estão disponíveis. Os lucros operacionais reportados pela Nokia no 3º trimestre de 2008 decaíram 21%, situando-se nos 1,5 mil milhões de euros, contra os 1,9 mil milhões de euros registados no mesmo período de 2007. Por seu turno, os lucros operacionais não- IFRS da Nokia no 3º trimestre de 2008 desceram 14%, situando-se nos 1,8 mil milhões de euros, contra os 2 mil milhões de euros averbados no período homólogo do ano anterior. A margem operacional reportada pela Nokia no 3º trimestre de 2008 foi de 12% (contra 14,4%). Por outro lado, a margem operacional não-IFRS da Nokia no 3º trimestre de 2008 chegou aos 14,3% (contra 15,7%). Dispositivos & Serviços No terceiro trimestre de 2008, o volume total de dispositivos móveis da área de Dispositivos & Serviços da Nokia atingiu as 117,8 milhões de unidades, representando um crescimento numa base anual de 5,5%, e uma diminuição sequencial de 3%. Com base em estimativas da Nokia, o volume total global de dispositivos móveis atingiu, no mesmo período, as 310 milhões de unidades, representando um crescimento em termos anuais de 8% e uma diminuição sequencial de 2%. Com base em estimativas da Nokia, o volume global de dispositivos móveis de convergência aumentou para as 44,2 milhões de unidades no terceiro trimestre de 2008, em comparação com um valor estimado de 31,7 milhões de unidades no terceiro trimestre de 2007. Os dispositivos móveis de convergência da Nokia alcançaram as 15,5 milhões de unidades no terceiro trimestre de 2008, em comparação com as 16,0 milhões de unidades registadas no terceiro trimestre de 2007. Durante o terceiro trimestre de 2008, comercializámos quase 9 milhões de dispositivos Nokia Nseries e 3 milhões de dispositivos Nokia Eseries. A 5 de Setembro de 2008, a Nokia actualizou, em baixa, as suas previsões em termos de quota de mercado de dispositivos móveis para o terceiro trimestre de 2008. Com base na nossa estimativa de mercado preliminar, a quota de mercado dos dispositivos móveis Nokia no terceiro trimestre de 2008 foi de 38%, em comparação com os 39% alcançados no terceiro trimestre de 2007 e com os 40% registados no segundo trimestre de 2008. A nossa descida de quota de mercado em termos anuais foi causada, essencialmente, pelos mercados do Médio Oriente & África, Grande China, América do Norte e Europa. A quota de mercado da Nokia manteve, aproximadamente, os mesmos níveis, numa base anual, nos mercados da Ásia-Pacífico, registando-se, por outro lado, uma subida na América Latina. A diminuição da nossa quota de mercado, em termos sequenciais, foi provocada, especialmente, pelos comportamentos dos mercados da América Latina, Europa, Médio Oriente & África e Ásia-Pacífico. Por seu turno, a nossa quota de mercado manteve-se estável na Grande China e América do Norte. Vários factores contribuíram para o declínio sequencial da nossa quota de mercado de dispositivos móveis. Entre eles, incluem-se a decisão da Nokia de não competir exclusivamente com base numa estratégia de preços baixos, a evolução do mercado global em termos de concorrência, especialmente no caso dos mercados emergentes, e o impacto temporário de um lançamento mais lento de um dispositivo de gama média no terceiro trimestre de 2008. O nosso preço médio de venda de dispositivos móveis (ASP) no terceiro trimestre de 2008 foi de 72 euros, uma descida relativamente aos 82 euros registados no terceiro trimestre de 2007 e aos 74 euros atingidos no segundo trimestre de 2008. O baixo ASP, em termos anuais, deveu-se, principalmente, à alta proporção de produtos de baixo custo e ao impacto negativo da desvalorização do dólar americano. Aproximadamente 50% do declínio do ASP em termos anuais foi causado pelo impacto das alterações nas taxas de câmbio. O baixo ASP sequencial deveu-se, principalmente, a uma maior proporção dos produtos de baixo custo. A partir do primeiro trimestre de 2008, o nosso ASP excluiu vendas líquidas de Serviços e Software empresariais. Períodos anteriores foram reclassificados para fins comparativos. No terceiro trimestre de 2008, as vendas líquidas dos Dispositivos & Serviços diminuíram 7%, para 8,6 mil milhões de euros, em comparação com os 9,2 mil milhões de euros do terceiro trimestre de 2007. A taxas de câmbio constantes, as vendas líquidas dos Dispositivos & Serviços diminuiriam 1%. O volume de crescimento foi contrariado por um declínio do ASP, impulsionado, principalmente, por uma maior proporção dos dispositivos de baixo custo e pelo impacto negativo da desvalorização do dólar americano, em comparação com o terceiro trimestre de 2007. O total das nossas vendas líquidas de Dispositivos & Serviços e Serviços e Software atingiu os 115 milhões de euros no terceiro trimestre de 2008. A facturação referente aos Serviços e Software situou-se nos 140 milhões de euros no terceiro trimestre de 2008. Com base em diferentes modelos de negócio, parte das receitas de Serviços e Software podem não ter sido reconhecidas no momento da facturação, mas adiadas para serem reconhecidas em períodos futuros, de forma a reflectir o estado de conclusão do serviço e/ou do software. Em termos anuais, as vendas líquidas de Dispositivos & Serviços foram mais fortes na América Latina, seguida pela Grande China. Numa base anual, as vendas líquidas desceram na América do Norte, Europa, e, em menor escala, na Ásia-Pacífico e Médio Oriente & África. O lucro bruto reportado de Dispositivos & Serviços diminuiu 7%, para os 3,1 mil milhões de euros, em comparação com os 3,4 mil milhões de euros do terceiro trimestre de 2007, com uma margem bruta reportada de 36,5% (36,5%). O lucro bruto não-IFRS de Dispositivos & Serviços também diminuiu 7%, para os 3,1 mil milhões de euros, comparados com os 3,4 mil milhões de euros do terceiro trimestre de 2007, com uma margem bruta não-IFRS de 36,5% (36,5%). Os lucros operacionais reportados dos Dispositivos & Serviços diminuíram 18%, situando-se nos 1,6 mil milhões de euros, em comparação com os 2,0 mil milhões de euros do terceiro trimestre de 2007, com uma margem operacional reportada de 18,6% (21,2%). Os lucros operacionais não-IFRS de Dispositivos & Serviços também diminuíram 18%, para os 1,6 mil milhões de euros, em comparação com os 2,0 mil milhões de euros do terceiro trimestre de 2007, com uma margem operacional não- IFRS de 18,6% (21.2%). Em termos anuais, a descida de 18% dos lucros operacionais, reportados e não-IFRS, no terceiro trimestre de 2008, deveu-se à descida das vendas líquidas e às despesas operacionais mais elevadas, em comparação com o terceiro trimestre de 2007. NAVTEQ No terceiro trimestre de 2008, as vendas líquidas reportadas da NAVTEQ foram de 156 milhões de euros. O lucro bruto reportado da NAVTEQ atingiu os 138 milhões de euros, com uma margem bruta de 88,5%. O lucro bruto não-IFRS foi de 139 milhões de euros, com uma margem bruta não-IFRS de 88,5%. A NAVTEQ sofreu perdas operacionais reportadas de 80 milhões de euros, incluindo um impacto negativo de 109 milhões de euros em amortização activa intangível e outros itens relacionados. A margem operacional reportada foi de -51,3%. Os lucros operacionais não-IFRS da NAVTEQ situaram-se nos 29 milhões de euros, com uma margem operacional não- IFRS de 18,5%. Nokia Siemens Networks No terceiro trimestre de 2008, as vendas líquidas da Nokia Siemens Networks diminuíram 5%, para os 3,5 mil milhões de euros, em comparação com os 3,7 mil milhões de euros do terceiro trimestre de 2007. A taxas de câmbio constantes, as vendas líquidas da Nokia Siemens Networks ter-se-iam mantido estáveis. O lucro bruto reportado pela Nokia Siemens Networks aumentou 4%, para os 1,1 mil milhões de euros, em comparação com os 1,0 mil milhões do terceiro trimestre de 2007, com uma margem bruta de 30,8% (28.3%). O lucro bruto não-IFRS da Nokia Siemens Networks aumentou 1%, para os 1,1 mil milhões de euros, em comparação com os 1,1 mil milhões de euros do terceiro trimestre de 2007, com uma margem bruta não-IFRS de 31,2% (29.2%). No terceiro trimestre de 2008, o superior lucro bruto não-IFRS, em termos anuais, resultou, principalmente, dos benefícios do programa de reestruturação contínuo e de foco contínuo no negócio, compensando, de certa forma, as redução das vendas líquidas em termos anuais. No terceiro trimestre de 2008, a Nokia Siemens Networks reportou perdas operacionais de apenas 1 milhão de euros, em comparação com os 120 milhões de euros averbados no terceiro trimestre de 2007, com uma margem operacional reportada de 0% (-3,3%). Os lucros operacionais não-IFRS da Nokia Siemens Networks aumentaram 61%, para os 177 milhões de euros, no terceiro trimestre de 2008, em comparação com os 110 milhões de euros do terceiro trimestre de 2007, com uma margem operacional não-IFRS de 5,1% (3,0%). Em termos anuais, a subida dos lucros operacionais não-IFRS da Nokia Siemens Networks reflectiu uma melhoria da margem bruta e uma descida das despesas operacionais. A Nokia Siemens Networks mantém o objectivo de alcançar o valor de 2 mil milhões de euros de custos anuais de sinergias no final de 2008, como foi anunciado previamente.
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