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Mobile Banking? Estas são as 5 coisas que deve saber

Mobile Banking? Estas são as 5 coisas que deve saber

quinta-feira, 10 março, 2016 /
Mobile Banking? Estas são as 5 coisas que deve saber

Tudo o que tem de saber sobre Mobile Banking.

 

*Imagem: © Moyan Brenn/Flickr
**Conteúdo patrocinado pela Credijet

 

Mobile Banking?

Eu sei. Entre este termo e 'banco móvel' venha o diabo e escolha.

 

Esta é a definição de Mobile Banking segundo a Reserva Federal norte-americana:

"Usar um telemóvel para aceder à sua conta bancária ou cartão de crédito".

E é isto.

Na prática pode ser tão simples como aceder à página do banco por:

 

  1. • Browser
  2. • Mensagem de texto
  3. • Aplicação mobile

 

Ou seja: 'mobile banking' (ou 'banco móvel') é o acesso a operações bancárias a partir do seu telemóvel.

Isto inclui:

 

  1. • Consultar o saldo
  2. • Realizar transferências
  3. • Receber notificações do seu banco
  4. • Etc

 

Só que isto teve de começar por algum lado.

 

#5. Como os telemóveis transformaram as operações bancárias.

 

Recentemente deparei-me com um estudo de 2015 feito pela Reserva Federal dos Estados Unidos (FRS).

O estudo olhou para 2014 e concluiu o seguinte: sim, os telemóveis vieram mudar como encaramos e gerimos as nossas finanças.

Estas foram algumas das áreas que transformaram:

 

  1. • Pagamentos
  2. • Operações bancárias
  3. • Compras
  4. • 'Budgeting'
  5. • Etc

 

Este impacto já era previsível em 2011 (que foi quando a FRS começou estes estudos).

Não estavam errados.

Mais do que influência, houve transformação.

 

Mobile-Banking-01

© FRS

 

O estudo associou esta mudança à omnipresença inegável dos telemóveis na sociedade norte-americana.

Os dados recolhidos sublinham estas conclusões:

 

• 87% dos adultos norte-americanos têm telemóveis
• 71% dos quais são smartphones

 

Ou seja: em 2014, a FRS concluiu que quase 90% dos cidadãos norte-americanos tinham telemóvel.

Dessa fatia, bem mais de metade são smartphones.

Portanto: as portas sempre estiveram abertas à transformação.

 

Os serviços financeiros foram uma das áreas que souberam tirar proveito disto.

Os dados recolhidos mostraram esta evolução em curso: 52% dos utilizadores de smartphones com contas bancárias usaram serviços de mobile banking nos 12 meses anteriores ao inquérito (feito em Dezembro de 2014).

 

Face ao ano anterior isto representou uma subida de 1% (ou seja: 2013 = 51%).

Mesmo uma percentagem (11%) dos que não usaram estes serviços admitiu a probabilidade de o fazer nos 12 meses seguintes.

 

(Mas só uma pequena percentagem irá, de facto, cumprir a promessa).

Sabe porquê?

 

#4. Os telemóveis ainda não são o melhor formato.

 

Segundo a FRS, estas são as operações mais comuns:

 

  1. • Verificação de saldo
  2. • Verificação de transacções
  3. • Transferências (entre contas do mesmo utilizador)
  4. • Recepção/consulta de alertas do banco (SMS, Notificações Push ou E-mail)
  5. • Depósito electrónico de cheques
  6. • Fazer pagamentos online

 

Faço notar que são operações que beneficiam da conveniência que um telemóvel pode oferecer.

Ou seja: não são operações bancárias sensíveis, mas de rotina.

Há mais do que uma explicação para isto.

 

"Daqueles que não usaram mobile banking, a principal razão citada pelos inquiridos foi a crença de que as suas necessidades bancárias estavam a ser cumpridas [sem o uso desta tecnologia]".

 

Portanto: é um formato potencialmente conveniente, mas que ainda não se tornou essencial.

Isto quer dizer que:

 

• Ainda há preferência por outros formatos
• Há preocupações relacionadas com segurança
• Há um consenso de que ainda não é vital

 

A FRS diz que 86% dos inquiridos consideraram que as suas necessidades já estavam satisfeitas antes do mobile banking.

Ainda se olha para o Mobile Banking como uma inconveniência.

A mesma lógica pode ser aplicada aos pagamentos por telemóvel.

 

Formatos como os pagamentos por cartão de crédito ou em dinheiro são considerados mais fáceis, logo mais convenientes.

E depois há a questão da segurança para:

 

• 62% dos inquiridos (Mobile Banking)
• 59% dos inquiridos (Pagamentos Mobile)

 

Vale a pena aprofundar detalhes sobre isto.

 

Mobile Banking

© FRS

 

#3. É por isto que as pessoas usam Mobile Banking.

 

Estas são as razões mais comuns para usar estes serviços:

 

  1. • Conveniência (35%)
  2. • Para obter um smartphone (33%)
  3. • Timing coincidiu com a oferta destes serviços pelos seus bancos (20%)

 

A conveniência é a razão mais comum, mas ainda não é sinónimo de 'mobile banking'.

 

"Numa questão separada, foi perguntado aos participantes que nomeassem as três principais formas de interacção com os seus bancos. 21% dos utilizadores de mobile banking colocaram o canal móvel em primeiro lugar - uma quota mais baixa que aqueles que escolheram Online Banking (35%) ou ATM (30%)".

 

Ou seja: os canais mais tradicionais continuam a ser vistos como os mais convenientes.

Mesmo entre os utilizadores de Mobile Banking o acesso ao multibanco (ATM) continua a ser o meio mais popular (80%), seguido de operações bancárias online (73%) e, em terceiro lugar, mobile banking (60%).

 

#2. É por isto que as pessoas não usam Mobile Banking.

 

Estes são os motivos mais comuns para não usar estes serviços:

 

  1. • Necessidades financeiras satisfeitas (86%)
  2. • Sem razões para usar mobile banking (73%)
  3. • Preocupações com segurança (62%)
  4. • Tamanho limitado do ecrã do telemóvel (39%)
  5. • Falta de confiança em tecnologias (34%)
  6. • Não tem smartphone (32%)

 

É difícil um novo serviço tornar-se essencial quando todas as necessidades financeiras estão cobertas.

Atrevo-me a dizer que neste cenário se torna redundante, logo não oferece razões de utilização.

 

Outras razões podem incluir a dificuldade associada à utilização deste tipo de serviços.

O que me traz à mente, uma vez mais, a palavra-chave "conveniência" - para alguns utilizadores é mais fácil usar uma ATM do que um serviço de mobile banking.

 

#1. Mais smartphones, mais probabilidades.

 

Facto: o acesso a serviços de Mobile Banking é mais prevalente em utilizadores de smartphones (52%).

A partir daqui foi identificada uma tendência importante:

 

"A maior incidência da adopção de mobile banking entre utilizadores de smartphone sugere que, à medida que a adopção de smartphones continua a aumentar, o mobile banking também pode crescer".

Acredita-se haver uma relação entre as duas tendências.

 

Isto quer dizer que a taxa de adopção dos smartphones pode permitir prever, não necessariamente com 100% exactidão, as probabilidades de adopção de tecnologias como o Mobile Banking.

Por exemplo: consumidores acima dos 65 anos, onde a taxa de adopção de smartphones é mais baixa, têm igualmente menores probabilidades de aderir ao mobile banking.

 

O inverso também é verdade: os consumidores mais jovens, onde a taxa de adopção de smartphones é mais elevada, são o escalão com mais probabilidades de aderir e usar serviços de mobile banking.

Estas são as percentagens do estudo da FRS:

 

• 60% dos 18-29
• 54% dos 30-44
• 13% dos +60

 

Ainda tem dúvidas?

 

  1. E-Money – Mobile Money – Mobile Banking – What’s the Difference?
  2. The role of mobile banking in enhancing economic development
  3. MOBILE BANKING: BACKGROUND, SERVICES AND ADOPTION
  4. What is Mobile Banking?
  5. Advantages and Disadvantages of Mobile Banking
  6. DEFINITION of 'Mobile Banking'
  7. Mobile Banking

 

 

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