NOTA! Este site utiliza cookies e tecnologias similares.

Se não alterar as configurações do seu navegador, está a concordar com a sua utilização.

Compreendo
HTC: "quando o tablet sair, vai ser bom e disruptivo"

HTC: "quando o tablet sair, vai ser bom e disruptivo"

quinta-feira, 24 outubro, 2013 /
HTC: "quando o tablet sair, vai ser bom e disruptivo"

Em entrevista, o CEO da HTC fez referências a um novo tablet e teceu críticas ao actual segmento dos smartwatches

Apesar da sua aposta se focar sobretudo no segmento dos smartphones, a HTC não parece estar a ignorar outras potenciais oportunidades de negócio em segmentos como o dos tablets ou o dos "wearable devices", que incluem aparelhos como os Google Glass ou o Samsung Galaxy Gear. De facto, e a julgar por declarações recentes que o director-executivo da empresa teceu durante uma entrevista ao Financial Times, a empresa parece já ter pensado aprofundadamente sobre o assunto.

Uma das coisas que a HTC não deseja fazer, contudo, é lançar produtos em fase embrionária, ou com necessidade de amadurecimento para dar resposta às necessidades de mercado, naquilo que talvez pudéssemos considerar ser uma crítica ao relógio inteligente da sua rival Samsung.
"[Um relógio inteligente] tem de corresponder a uma necessidade, senão é apenas uma brincadeira ou um conceito", afirmou Peter Chou, CEO da empresa. Para ele, os relógios inteligentes da actualidade não são úteis para o dia-a-dia das pessoas, e isto poderá significar uma oportunidade para a HTC, que admite já ter trabalhado anteriormente com a Microsoft no desenvolvimento de um smartwatch.

Veja também: Porque é que a HTC se deveria aliar à Amazon (opinião)

HTC: "quando o tablet sair, vai ser bom e disruptivo"

Veja também: O sucesso da Nokia com os Windows Phones baratos pode ser a infelicidade da HTC

"As pessoas riram-se de nós quando lançámos o primeiro smartphone... agora todos têm um smartphone", afirmou. "Tenho a certeza que com os 'wearables' será a mesma coisa, mas não julguemos [a situação] pelo que está no mercado [actualmente]".

Poderia o mesmo princípio aplicar-se ao segmento dos tablets? Desde 2011 que a HTC não se aventura neste mercado, até porque as suas duas experiências anteriores revelaram-se autênticos fracassos comerciais. Mas esta parece ser uma hipótese que ainda está em cima da mesa, a julgar pelas declarações relativamente misteriosas de Chou: "quando o tablet sair, vai ser algo bom e disruptivo".

3,340