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HTC permanece na corda bamba e deverá continuar a perder receitas durante Q4

HTC permanece na corda bamba e deverá continuar a perder receitas durante Q4

terça-feira, 05 novembro, 2013 /
HTC permanece na corda bamba e deverá continuar a perder receitas durante Q4

Os resultados financeiros da HTC em relação ao terceiro trimestre fiscal (Q3) de 2013 ainda não foram positivos, mas a empresa admite alguns progressos

O futuro da HTC, embora incerto, tende a permanecer numa margem mais negativa do que positiva, de acordo com a divulgação dos resultados financeiros da empresa do Taiwan relativos ao terceiro trimestre fiscal de 2013. As más notícias para a empresa não se ficam por aqui, contudo, e sugerem que 2014 também possa vir a ser um ano desafiante para a fabricante.

A HTC gerou receitas de 1.6 mil milhões de dólares durante o terceiro trimestre financeiro deste ano, o que representa uma queda de quase mil milhões de dólares face ao mesmo período do ano passado (onde obteve 2,4 mil milhões de dólares). A descida é ainda mais acentuada quando comparada com as receitas de 4,4 mil milhões de dólares registadas em 2011. A margem bruta foi de 20,4%, abaixo dos 25% registados em 2012, ao passo que a margem operacional foi de 7,4% negativos, comparativamente aos 7% positivos do mesmo período do ano passado.

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HTC permanece na corda bamba e deverá continuar a perder receitas durante Q4

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Em termos de receitas mensais, a HTC também terá registado descidas, ainda que o mês de Setembro tenha contemplado uma excepção à tendência de queda da empresa, que registou um crescimento mensal de 40% durante aquele período. Em relação ao quarto trimestre fiscal do ano, a HTC parece ter mais uma vez entrado com o pé esquerdo e prevê lucros até um máximo de 1.5 mil milhões de dólares, contra os 2 mil milhões registados no mesmo período em 2012.

Mas há outros aspectos positivos que podem vir a compensar à empresa a médio prazo. O primeiro é a oferta mais abrangente da HTC, que disponibiliza equipamentos em diversos segmentos de mercado - gamas altas, médias e baixas graças à linha de produtos Desire -, mas também a aposta no marketing, que parece ter aumentado o reconhecimento da marca em 12%. "Fizemos bons progressos durante o terceiro trimestre, com a introdução do HTC One Mini e One Max, e agora temos um HTC One para todos", afirmou o director-executivo da empresa, Peter Chou.

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