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Ericsson portuguesa diz que o futuro é móvel

Ericsson portuguesa diz que o futuro é móvel

sexta-feira, 31 março, 2000 /
A companhia sueca de telecomunicações Ericsson vai apostar em Portugal nas potencialidades da Internet móvel, disponibilizando em Maio os primeiros aparelhos com tecnologia para acesso à rede. «Lisboa, 30 Mar (Lusa) - A companhia sueca de telecomunicações Ericsson vai apostar em Portugal nas potencialidades da Internet móvel, disponibilizando em Maio os primeiros aparelhos com tecnologia para acesso à rede. O presidente da Ericsson Telecomunicações, Eduardo Restuccia, comentou o percurso de oito anos de actividade da empresa em Portugal, destacando o fornecimento de infra-estruturas aos operadores da rede móvel e os 47 milhões de contos facturados em 1999. No âmbito das redes móveis, assinalou a obtenção do primeiro contrato de GPRS (General Packet Radio Service - permite acesso móvel à Internet e transferência de dados a alta velocidade), com a Telecel. A norma GPRS é a tecnologia que abre caminho à terceira geração das redes móveis, a introdução da tecnologia WAP e a preparação de acordos com empresas interessadas em desenvolver aplicações para a Internet móvel. Segundo Restuccia, o futuro das telecomunicações é móvel e a Ericsson quer liderar. Notou que os japoneses que acedem à Internet através de telemóvel viram surgir nos últimos seis meses 7.000 novos mini-sites. O quadro da companhia sueca recordou que, em Portugal, os acessos telefónicos móveis ultrapassaram em Setembro os da rede fixa, apresentando-se o país como um mercado importante para os negócios que a Internet móvel abrirá. "Uma transacção bancária ao balcão sai quinze vezes mais cara à instituição do que se for efectuada através da Internet", exemplificou Eduardo Restuccia. Os novos terminais móveis da marca sueca, afirmou, estarão no mercado dentro de um mês, com destaque para os que incorporam a tecnologia WAP (Wireless Application Protocol - que permite o acesso móvel à Internet), de dimensões reduzidas. A Ericsson emprega mais de 300 pessoas em Portugal, mais de 100 mil em termos mundiais, e investiu em 1999 cerca de 840 milhões de contos em investigação e desenvolvimento.»
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