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Apple iPhone, um smartphone que não é para as massas

Apple iPhone, um smartphone que não é para as massas

quinta-feira, 19 setembro, 2013 /
Apple iPhone, um smartphone que não é para as massas

O Apple iPhone não é um smartphone para as massas, e a introdução dos novos iPhone 5S e iPhone 5C veio deitar por terra as todas as teorias que previam que a empresa viesse a lançar um iPhone low cost

Se bem se recordar, um dos grandes mitos em redor do novo Apple iPhone 5C, que antecedeu o seu lançamento durante meses, foi de que a Apple teria a intenção de o lançar como um dispositivo low-cost. O lançamento da semana passada, em conjunto com o novo Apple iPhone 5S, deitou todas estas expectativas por terra, embora não tenha impedido que parte da comunicação social continuasse a divulgar o novo iPhone 5C como sendo um smartphone acessível e barato. Por tudo isto o director-executivo da empresa pede desculpas.

Em entrevista à Bloomberg Businessweek, Tim Cook afirma que a Apple "nunca teve como objectivo vender um iPhone low-cost", ou que competisse no segmento das baixas gamas contra smartphones Android baratos que são particularmente populares nos mercados emergentes. Em relação ao Apple iPhone 5C, o CEO da maçã define-o como "um telefone fantástico e que disponibiliza uma experiência fantástica", afirmou. "Nós descobrimos uma forma de o fazermos a um preço mais reduzido".

Apple iPhone, um smartphone que não é para as massas?

É um facto que muitos analistas apontaram na direcção de um iPhone de custo reduzido - ainda assim acima dos $450 dólares, desbloqueado. A introdução do novo iPhone 5C pode ter tido impacto na queda do valor das acções da empresa devido ao facto de muitos dos seus investidores acreditarem que um iPhone de preço mais acessível se tornaria especialmente apelativo aos consumidores de mercados como a China, Índia ou Brasil.

Quanto vão custar os novos iPhones?

A questão que se prende, ao fim ao cabo, não é se a Apple será alguma vez capaz de disponibilizar uma solução mais acessível, mas sim se alguma vez se irá converter numa fornecedora de produtos para "o mercado das massas", como questiona Benedict Evans na Bloomberg Businessweek. No fim deixa ainda uma questão para reflexão: "ou será que se vão ficar com 40% do mercado norte-americano, um terço do mercado europeu e nada em mais lado nenhum?".

E o leitor, gostaria de ver um iPhone mais acessível no mercado? Consegue ver a estratégia da Apple adaptar-se a este segmento? Diga-nos o que pensa!

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