NOTA! Este site utiliza cookies e tecnologias similares.

Se não alterar as configurações do seu navegador, está a concordar com a sua utilização.

Compreendo

A queda dos preços nas MMS

segunda-feira, 21 julho, 2003 /
A queda dos preços nas MMS A empresa de consultoria Ovum aconselha as operadoras a baixar os preços da MMS sob pena das SMS serem canibalizadas. Os analistas consideraram que os actuais preços das mensagens multimédia e novos serviços associados às novas tecnologias de comunicação móvel só estão a aumentar o número de utilizadores nas SMS, um mercado já por si maduro nos países onde foi primeiramente implementado, nomedamente na Europa Ocidental. Estye fenómeno regista-se num particular momento da história das telecomunicações, em que se assiste a um crescimento exponencial da adesão a este tipo de serviços em mercados emergentes como o Leste, com maior incidência na Rússia.

Segundo previsões da Ovum, e a continuar esta tendência, em 2008 o volume de tráfego de SMS em todo o mundo poderá atingir os dois triliões (milhões de biliões). No entanto, se aumenta o número de mensagens escritas tansaccionadas, isso não significa o proporcional aumento das receitas. As perspectivas da Ovum é que os ganhos comecem a descer a partir de 2005, de 14.3 mil milhões de dólares para 12.8 mil milhões de dólares.

«Mais mensagens, mas menos receitas - este é cenário de pesadelo para as operadoras móveis», afirmou John Delany, principal analista da Ovum e especialista para o segmento das mensagens de textos. «As operadoras não se pode dar ao luxo que isto aconteça. A única forma de deactivar esta bomba-relógio é alterar o modelo de cobrança das mensagens: debitar por unidade transaccionada e não por quantidade de Kbytes», adiantou o mesmo responsável.
14,806