GSM vs UMTS: Tecnologia 3G Possível Hoje, a que Custo

O UMTS representa um desafio/risco que as operadoras móveis por essa Europa fora terão de correr obrigatoriamente num futuro proximo.
Introdução:

O UMTS representa o sistema de telecomunicações móveis que será utilizado na Europa pela 3ª geração de telemóveis. Inserido num modelo de criar um "standard" que possa ser utilizado mundialmente, o UMTS significa uma alteração na forma como os telemóveis são utilizados actualmente, ao permitir um conjunto de serviços que fazem uso de capacidades multimédia e um acesso rápido à internet. Com os avanços tecnológicos efectuados nos últimos anos dentro da www e dos telemóveis, assiste-se agora a uma convergência quase inevitável entre estes dois meios de comunicação. O UMTS representa a união de ambos numa única plataforma móvel. Também designado de 3G, ou a terceira geração de telemóveis, este sistema irá permitir que o utilizador possa aceder a imagens e videos, assim como acesso rápido à internet, qualidade de voz quase igual à das redes fixas e inúmeras outras funções. Um dos trunfos da tecnologia 3G sobre GSM-GRPS-WAP é a enorme diferença em termos de capacidade e de qualidade, ela permite o acesso a informação altamente móvel, personalizada e fácil de aceder.


Necessidades


A verdade é que toda esta nova vaga tecnológica tem um preço, apesar de ser um passo inevitavel para os operadores móveis na europa, apenas 20% têm a capacidade financeira para efectuar a transição. O que se preve para o futuro é que as grandes operadoras móveis europeias adquiriram as mais pequenas, caso da Vodafone que tem vindo a reforçar a sua posição no Mercado das telecomunicações móveis na europa com a compra de diversas empresas em vários paises garantindo assim a aplicação da tecnologia 3G um pouco por todo o lado, garantindo tambem a continua investigação e desenvolvimento de novas aplicações para suportar as novas exigencias. Será necessário que exista uma convergência entre operadores de telecomunicações, tecnologia, informação e conteúdos, de forma a que todas as potencialidades do sistema possam ser aproveitadas e se mantenha a sustentabilidade e desejavel aumento do mercado. A associação UMTS-Forum, que engloba fabricantes e operadores de telecomunicações, assim como outras entidades, estima que no final da presente década cerca de 2 biliões de utilizadores estejam a utilizar esta nova tecnologia. Fundamentalmente para alem de todos os atrasos que se tem verificado um pouco por todo o mundo em relação ao UMTS (excepção feita ao Japão), atrasos esses que nada têm a ver com a transição das operadoras de GMS/WAP/GPRS para UMTS, o problema está no desenvolvimento dos terminais que operem em 3G. As grandes marcas de terminais móveis (Nokia, Alcatel, Motorola, etc.) não têm conseguido manter os timings dos projectos no que diz respeito ao desenvolvimento de telemóveis 3G. Devido a este facto, operadores um pouco por toda a Europa, em plena fase de preparação para UMTS têm sido forçadas a retardar ou até em alguns casos parar o desenvolvimento de sistemas de informação que suportem as novas exigencias da tecnologia 3G. Os investimentos em infra-estruturas são uma necessidade clara e obvia devido à diferença da rede GMS e UMTS, significando um enorme investimento com retorno apenas a médio e longo prazo, a solução adoptada por muitos operadores foi a aliança e partilha de redes para possibilitar a minimização das despesas. Chegamos ao mais importante, que são os sistemas de informação que suportam toda esta nova sobrecarga de informação. Este é o ponto que basicamente marca a diferença entre os operadores, colocando uns na vanguarda de tecnologia e todos os restantes um passo atrás. Foi neste aspecto que se focou todo o nosso projecto, o estudo levado a cabo teve como base o UMTS, objectivo compreender as exigências que esta nova tecnologia impõe a um operador móvel, quais as limitações que que existem hoje em dia em termos de tecnologia e propor tanto uma solução em termos de arquitectura que permiti-se a uma operadora tirar o melhor proveito das potencialidades da tecnologia 3G e que significa-se ao mesmo tempo um impacto minimo na arquitectura "standart" que a maior parte das operadoras no contexto europeu utilizam.


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Quinta, 18 Julho 2002 18:50 Este artigo foi lido 12101
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